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CONCEITOS FUNDAMENTAIS

Área: Conceitos Fundamentais

Através dos conceitos fundamentais construímos um olhar acerca da constituição do aparelho psíquico, partindo da produção freudiana e de seus interlocutores privilegiados. Tem-se, dessa forma, um crivo teórico que possibilita o diálogo, bem como uma direção para a prática psicanalítica.

Seminário: Metapsicologia

Uma rede conceitual é traçada por Freud no que ele intitulou “metapsicologia”. Partindo de textos de Freud denominados por alguns “pré-psicanalíticos” (O projeto, de 1895, a Carta 52, entre outros), o seminário o visa acompanhar a articulação teórica de Freud na 1ª e 2ª tópicas através de conceitos básicos e estruturantes com um impacto significativo ao longo de sua obra e na prática psicanalítica.

Coordenadores:

  • Ana Boczar
  • Angela Lucena de Souza Pires
  • Arlindo Carlos Pimenta
  • Eliana Monteiro de Moura Vergara
  • Guiomar Antonieta Lage
  • Juliana Marques Caldeira Borges
  • Maria Carolina Bellico Fonseco
  • Marisa de Lima Rodrigues


Seminário: Formações do inconsciente

Poderia um psicanalista desconhecer as formações do inconsciente em seu processo de formação? Nesse seminário propomos o estudo do manejo dessas formas engenhosas que o desejo inconsciente, após o recalque, encontra para se fazer ouvir. Discutiremos questões condizentes à função do significante no inconsciente através dos sonhos, onde o desejo inconsciente surge articulado em um material que o transforma, ou seja, as imagens deformadas funcionando como significantes; dos chistes, considerados como “a melhor entrada, a mais brilhante forma de nos mostrar as relações do inconsciente com o significante e suas técnicas” (LACAN, 1957-1958); dos atos falhos, apontando a insistência do desejo ocupando espaços vazios com novos significantes buscados na realidade do inconsciente e dos sintomas, que se apresentam numa análise sob uma máscara, de uma forma paradoxal e ambígua, pela qual o desejo inconsciente se apresenta. Tomando as quatro Formações do inconsciente na clínica, veremos que “o que se distingue no exterior deve encontrar sua unidade no interior” (LACAN, 1957-1958).

Coordenadoras:

  • Juliana Marques Caldeira Borges
  • Maria Mazzarello Cotta Ribeiro


Seminário: A concepção freudiana da sexualidade

Mudam os tempos, mas os costumes e o enigma da sexualidade continuam desafiando o ser humano em sua singularidade. A descoberta freudiana da labilidade fundamental do objeto da pulsão traz como consequência a impossibilidade de um saber definitivo e acabado sobre a sexualidade. A clínica psicanalítica evidencia sem cessar essa verdade que constitui um dos eixos principais da psicanálise. O seminário tem como objetivo o estudo dos principais textos freudianos referentes à teoria da sexualidade, através dos quais serão abordadas as etapas fundamentais da elaboração do pensamento de Freud acerca do tema. Assim, serão examinadas, entre outras, a descoberta por Freud do papel desempenhado pela sexualidade na etiologia das neuroses, a hipótese da sedução, seu abandono e a consequente valorização das fantasias sexuais, os três ensaios sobre a teoria da sexualidade, a teoria da libido, as teorias sexuais infantis, o complexo de Édipo e o complexo de castração, a sexualidade feminina e a feminilidade, os impasses da psicologia do amor e o fetichismo.

Coordenadores:

  • Ana Cristina Teixeira da Costa Salles
  • Paulo Roberto Ceccarelli


Seminário: A constituição do sujeito no campo do Outro: As operações de alienação e separação.

Os temas abordados tratarão da constituição do sujeito em sua relação com o Outro, subjetivação que implica divisão. Os momentos lógicos de divisão do sujeito (autoerotismo, narcisismo e complexo de Édipo) serão contemplados e, em caso de fixação da libido, suas consequências na clínica. A teoria das pulsões será retomada no que se refere à subjetivação. Daremos prioridade ao estudo da pulsão invocante na constituição do sujeito (espelho sonoro), seguida da pulsão escópica (estádio do espelho). As operações de alienação e separação propostas por Lacan serão trabalhadas. Seguiremos ressaltando a importância do brincar na constituição do sujeito. Finalizaremos com o Édipo em Freud, Klein e Lacan. Traremos casos de bebês normais e de outros que apresentam problemas na constituição subjetiva (autismo), para sustentar a clínica como recurso didático privilegiado.

Coordenadoras:

  • Isabela Santoro Campanário
  • Maria Carolina Bellico Fonseca


Seminário: Uma introdução ao ensino de Jacques Lacan: o Real, o Simbólico e o Imaginário

“Afirmamos, quanto a nós, que a técnica não pode ser compreendida nem corretamente aplicada, portanto, quando se desconhecem os conceitos que a fundamentam. Nossa tarefa será demonstrar que esses conceitos só adquirem pleno sentido ao se orientarem num campo de linguagem, ao se ordenarem na função da fala” (LACAN, Discurso de Roma, 1953). Tal afirmação nos indica a perspectiva de que não podemos submeter a psicanálise aos discursos dos mestres. Para tanto, é preciso supor que a transmissão (“ensino”) faça apenas borda. Tomamos o princípio lacaniano de que “não há formação do analista, há formação do inconsciente”, pois queremos mostrar a impossibilidade de padronização generalizada, de homogeneização de formação analítica para habilitar o analista à prática. Portanto, bordejaremos faces teóricas na direção de produzir algum efeito possível no ponto de “um saber constituído num trabalho de elaboração da análise”. A articulação dos temas visa a compreensão da estrutura e funcionamento do aparelho psíquico, tendo como objetivo o estudo da lógica da direção do tratamento. Assim, um objetivo precípuo e fundamental é propiciar subsídios para cultivar um modo de pensar psicanalítico.

Coordenadora:

  • Maria Helena Ricardo Libório Barbosa Mello


Seminário: Contribuições da psicanálise à cultura

O psicanalista, longe de ser um simples repassador de técnicas, tem que refletir sobre sua atuação tanto no consultório quanto no ambiente mais amplo da sociedade. O seminário apresenta um panorama histórico cultural da criação da psicanálise, situando-a no seu tempo, além de propiciar a leitura dos mais importantes textos freudianos sobre a cultura. Entre eles estão: Moral sexual ‘civilizada’ e a doença nervosa moderna; Totem e tabu; Psicologia das massas e análise do eu; O futuro de uma ilusão; O mal estar na civilização; Por que a guerra?; Moisés e o monoteísmo. Estes textos fornecem um rico material para se lidar com a cultura, sendo estudados na tentativa de se elaborar o mal estar social vigente e sustentar a condição desejante do ser humano.

Coordenadores:

  • Arlindo Carlos Pimenta
  • Eliana Rodrigues Pereira Mendes


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